Quem mora aqui, conta
Nada vale mais do que a palavra de quem viveu a experiência. Leia o que famílias de Belo Horizonte têm a dizer sobre a Casa Jequitibá.
Voltar ao InícioDepoimentos de famílias
Palavras de quem passou pelo processo de escolha e hoje acompanha o dia a dia da casa de perto.
"Minha mãe está na Casa Jequitibá há quase um ano. O que me surpreendeu foi que ela mesma começou a ligar para contar o que havia acontecido no dia — os pássaros que viram na caminhada, a conversa com as crianças da escola. Não esperávamos que ela gostasse tanto das atividades."
Camila Borges
Filha de moradora · Lourdes, BH
Julho de 2025
"Visitamos três residências antes de escolher a Casa Jequitibá. O que nos convenceu foi a simplicidade da equipe — sem apresentação ensaiada, sem folders. A Mariana nos mostrou os espaços com a mesma naturalidade de quem está em casa. E foi exatamente isso que meu pai precisava."
Roberto Salomão
Filho de morador · Funcionários, BH
Junho de 2025
"O jardim fez toda a diferença para minha avó. Ela passou anos numa cidade grande sem poder caminhar ao ar livre com tranquilidade. Aqui ela sai todo dia de manhã, às vezes com acompanhante, às vezes sozinha — e isso para ela é uma liberdade muito grande."
Letícia Marra
Neta de moradora · Santo Antônio, BH
Julho de 2025
"Minha preocupação maior era com a alimentação. Meu pai é exigente e tem restrições. Conversei com a Ana Lúcia antes de assinar o contrato, e ela me explicou como funciona o cardápio. Desde que ele chegou, não tive uma reclamação sequer — pelo contrário."
Fernanda Vidal
Filha de morador · Sion, BH
Junho de 2025
"O dia intergeracional foi a coisa que mais me surpreendeu positivamente. Fui visitar minha mãe justamente naquele dia e a vi jogando dominó com uma criança de uns sete anos. Os dois rindo muito. Não esperava aquilo. Foi bonito demais."
André Carvalho
Filho de moradora · Anchieta, BH
Julho de 2025
"Minha tia morou a vida toda sozinha e a transição foi delicada. A equipe da Casa Jequitibá foi muito cuidadosa nos primeiros dias — sem pressa, sem forçar convivência. Ela foi encontrando o próprio ritmo, e hoje já faz parte dos grupos de caminhada. Ninguém empurrou nada."
Paula Rezende
Sobrinha de moradora · Serra, BH
Maio de 2025
Histórias que ficam
Três histórias de moradores, contadas com o cuidado de não transformar vida real em propaganda.
O começo
Seu Waldemar, 79 anos
Aposentado, amante de pássaros desde a infância, passou a morar sozinho depois de perder a esposa. A família em São Paulo ficava preocupada com o isolamento e com as dificuldades de manter a casa em BH.
A escolha
Seu filho pesquisou residências por dois meses antes de agendar uma visita à Casa Jequitibá. O que definiu foi o programa de caminhadas e observação de pássaros — algo que Waldemar fazia na infância e havia deixado de lado por décadas.
Hoje
Waldemar participa de todas as saídas de birdwatching e já ajudou a identificar onze espécies no jardim da casa. Virou referência entre os moradores quando o assunto é pássaros da Mata Atlântica.
"Meu pai está melhor do que eu esperava. E o que ele mais gosta de fazer aqui é exatamente o que ele fazia quando criança." — Márcio, filho de Waldemar
O começo
Dona Conceição, 84 anos
Professora aposentada, morou com a filha por três anos, mas começou a sentir que era difícil ter privacidade e autonomia naquele arranjo. A família buscava uma solução em que ela tivesse espaço próprio e companhia, sem abrir mão do contato frequente.
A escolha
Dona Conceição foi a primeira visita feita por ela mesma — sem a filha. Queria ver com os próprios olhos. Conversou com a equipe, conheceu os moradores e perguntou se poderia trazer seus livros. A resposta foi: claro, o quarto é seu.
Hoje
Mora na casa há dois anos, participa dos dias intergeracionais com entusiasmo e já contou histórias para mais de 150 crianças de escolas parceiras. Diz que voltou a sentir que tem um papel na comunidade.
"Ela me disse que se sente útil de novo. Isso vale mais do que qualquer outra coisa que eu pudesse ter oferecido." — Renata, filha de Conceição
Em números
Alguns dados que mostram o que acumulamos ao longo dos anos de funcionamento.
4,9
média de avaliação das famílias
8+
anos de atividade em Belo Horizonte
150+
crianças recebidas nos dias intergeracionais
11
espécies de aves registradas no jardim
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